O voleibol foi, durante muitos anos, e com raríssimas excessões, referência em termos de gestão no esporte brasileiro. Era muito raro ver voleibolistas especiais sub-utilizados ou amargurados.
Será que isso mudou?
Só sei que tive uma experiência mágica, ontem, na minha busca por encontrar quem entende o esporte como ele deve ser entendido.
Um longo papo com Ana Richa (queria que nunca acabasse), que brilhou demais, tanto no vôlei de quadra, como na praia, me devolveu a crença que o esporte pode voltar a cumprir seus objetivos nesse mundo.
Ela está pronta para gerir grandiosos projetos.
Personalidade forte? Muita coisa...
mas é assim que TEM que ser!
O esporte de excelência foi criado para tirar as pessoas das suas zonas de conforto.
A modernidade, com suas pranchetinhas inoperantes, se sente incomodada com quem sabe cutucar craques. Com quem é gestor de pessoas de verdade. Com quem entende que um simples toque num gesto muda tudo.
Eu não durmo. Quero a Ana Richa perto de mim para sempre.
Desejo ela no Partido do Esporte.
Quero vê-la mudando o mundo. Seja no vôlei ou em qualquer outro segmento esportivo.
Trabalhando com quem a queira...
porque, afinal de contas, quem não nos quer, não nos merece.

No comments:
Post a Comment